Formação/Certificação

O curso da Pedagogia Griô tem um programa de 200 horas durante 13 encontros em 13 meses, um fim de semana por mês, durante sábado e domingo das 9 hs às 18 hs, exceto dezembro e fevereiro. No mês de janeiro, o curso conta com um encontro diferenciado nas trilhas griôs da Chapada Diamantina. Veja calendários e programas.

O curso é ministrado por Líllian Pacheco, Márcio Caires, Griôs Aprendizes, Educadoras(es) Griôs formados, Mestras(es) Griôs e aprendizes das Tradições Orais do Brasil.

A inscrição se refere ao primeiro mês de curso, é realizada neste site, onde se localiza o programa e outras informações. A inscrição se efetiva com a transferência bancária da mensalidade. 

Conta com a certificação da Escola de Formação na Pedagogia Griô em parceria com o Núcleo Diversitas USP. Em cada estado, o curso acontece em espaços com a parceria de Universidades Federais e organizações culturais.

Curta e compartilhe o Face Pedagogia Griô e nos siga no Insta @PedagogiaGrio para se manter informada(o). Atendemos diariamente no Whatsapp 75 992153581 e email pedagogiagrio@gmail.com para lhe ajudar em qualquer dúvida.

Público

O Curso de Formação em Pedagogia Griô é direcionado a professoras(es) de escolas e universidades; educadoras(es) populares, ambientais e sociais; brincantes, músicos, artistas de teatro e contadoras(es) de histórias; produtoras(es) e articuladoras(es) culturais; pesquisadoras(es) das tradições orais e comunicadoras(es) sociais; aprendizes e agentes culturais de comunidades tradicionais e de periferias urbanas; estudantes e profissionais da área de humanas e sociais. 

Referências

“A Pedagogia Griô tem como referência o povo que caminha e reinventa a roda todos os dias no Brasil e na África: educadores, psicólogos comunitários, educomunicadores, gestores políticos e principalmente mestres griôs brasileiros e africanos. Os referenciais teórico-metodológicos são a educação biocêntrica de Ruth Cavalcante; a educação para as relações étnico raciais positivas de Vanda Machado; a educação dialógica de Paulo Freire. E uma profunda identificação com  a psicologia comunitária de Cezar Góis, a educação que marca o corpo de Fátima Freire; a cultura viva comunitária de Célio Turino; a produção partilhada do conhecimento de Sergio Bairon. No universo da tradição oral, as referências são as práticas que foram construídas nos terreiros de candomblé, capoeiras, torés, sambas de roda, reisados, cantos do trabalho, festas populares e literários dos cordelistas e repentistas; na ciência das parteiras, na habilidade das rendeiras, antevisão dos pais e mães de santo, brincadeira dos bonequeiros; na medicina dos curadores, erveiras, benzedeiras e xamãs; no catupé-cacundê, jongo, congo, cacuriá, carimbó, ciranda, maracatu, côco, cavalo marinho, siriri; nas artes do circo, teatro de rua, mamulengo, catira, pastoril; na biblioteca viva dos contadores de histórias e em todas as artes integradas aos mitos e às ciências da cultura oral.” Pacheco Líllian, A Pedagogia Griô:educação, tradição oral e política da diversidade; Diversitas USP, 2015